quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Pra não dizer que eu não falei do amor

Postado por Alícia Guimarães às 12:08 0 comentários

 Pra não dizer que eu não falei do amor




Cansei. Eu nunca pensei que fosse dizer isso, mas, cansei. Cansei mesmo. Cansei de esperar, de chorar, de implorar pra você ficar, de acordar todos os dias e esperar que algo mudasse. Esperar que você mudasse. Você nunca mudou nem por você. Mas, eu tinha esperanças de que você mudasse por mim. Grande engano. Mas é claro que nada mudaria. Eu me perdia nos seus sorrisos, nas suas conversas, nos seus joguinhos sem graça. Querido, eu me perdia em você.
Hoje eu acordei com vontade de ser eu. De ir embora, de jogar tudo para o lado e deixar para lá. Eu esperei tempo demais. Perdi muito comigo mesma. Deixei de conhecer outras aventuras porque eu ainda esperava por você. Grande erro. Você é como uma obra de arte. Só dá pra admirar por fora. Não consigo te desenhar. Será que alguém consegue, de fato? Querido, eu suportei até o que não deveria. Houve momentos em que eu queria desistir. É complicado porque nunca consegui. Eu fechei os olhos e ergui minha cabeça, na esperança de que tudo isso passasse.  Não passava, demorava.
Mas, agora já era. Todo mundo chega ao seu limite. Eu já passei do meu faz tempo. Meu coração aperta, meus dedos doem, minha cabeça também. Eles não querem que eu deixe você ir. Mas é necessário. É imprescindível, é essencial. Eu preciso. Minhas esperanças acabaram. O tempo acabou. O amor também. Passei minha vida toda achando que eu não te merecia. Mas, na verdade, você é que não me merece.

Beijinhos,
Alícia Guimarães

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Ser escritora de romance policial é...

Postado por Alícia Guimarães às 14:00 0 comentários

Ser escritora de romance policial é...


No mínimo, ser chamada de louca só porque você escreve uns crimes maneiros! HAHAHA, não é pra tanto, mas perdi as contas de quantas foram as vezes que eu tive vergonha de explicar o que estava escrevendo para alguém com medo de que eles achassem que eu tenho sérios problemas mentais. Mas, realmente, não consigo achar sinônimos para "homicídios", "morte", "crime", "sequestro" ou qualquer coisa do gênero. Se eu não quisesse ser redatora, eu queria ser perita ou detetive. Dessas que sai atrás do criminoso sem que ele suspeite. Acho tão seriado americano! Justamente por isso que não quero mais ser.
Costumo dizer que eu sou uma serial killer literária, já matei tanta gente nessa vida, que juro, não me chamem de maluca, eu acho até legal. Pelo simples fato de não ser todo mundo que consegue escrever e descrever um assassinato ou algo do tipo. Estava até comentando com um amigo meu essa semana, as pessoas me olham como se eu fosse uma dócil e ingênua adolescente romântica de dezessete anos. Quando na verdade, eu já "matei" muito personagem até chegar no "O Mundo Mágico de Rachel". Por ser tão diferente das obras que eu costumava trabalhar, ficou simplesmente perfeito no meu ponto de vista. Talvez eu mudasse alguma coisa, porque dos 14 anos para cá, eu vivenciei e tirei minhas próprias conclusões sobre muitas questões que dizem respeito aos assuntos abordados no livro.
A novidade é que muito provavelmente (isso quer dizer que nem seja uma certeza), o próximo livro vai ser de romance de novo, mas desta vez, policial. Do jeito que eu gosto. Com muito mistério, ação, suspense e, claro, umas gotinhas de amor porque todo mundo merece... Claro, ser escritora de romance policial é se inspirar em seriados do estilo "CSI", "Criminal Minds", "Esposas Assassinas", "Pretty Little Liars" e uma dezena de outros exatamente igual a estes. É legal porque você vivencia um dia a dia diferente, vê coisas diferentes e trabalha com diferenças também.
E ainda, é estudar Direito sem nem entrar na faculdade. É abrir mil e uma abas no Google com palavras chave do tipo "Código de Direito Penal", "Como funciona um julgamento", "Documentário de serial killers", "Leis brasileiras", "Vídeos de casos repercutidos mundialmente", entre tantos outros absurdos. Se alguém abrisse o histórico do meu computador, eu teria que saber explicar bem o que significava aquilo ou senão... Adeus, carreira literária.
Apesar de todo o preconceito, de todo o trabalho, das noites em claro lendo os livros da minha maravilhosa Gillian Flynn, do Dan Brown e tantos outros autores que possuem uma mente mais ou menos igual a minha, e as dificuldades em escrever um romance policial, eu adoro. E vale a pena, sério mesmo. Ah, se a gente escreve, não quer dizer que somos do mal, tá? Apenas nos divertimos de forma diferente com as palavras.

Uma última dica, não seja inimigo de um escritor. Vai por mim... MUHAHAHA (risadinha maléfica)

Beijinhos,
Alícia Guimarães

quinta-feira, 30 de julho de 2015

"Você tem 17 anos e já escreveu um livro?"

Postado por Alícia Guimarães às 13:13 1 comentários

"Você tem 17 anos e já escreveu um livro?"


Dia desses eu estava entregando uns convites para o lançamento do meu livro a alguém que não me lembro agora, quando de repente, a pessoa me olha com os olhos arregalados e solta o famoso: "Meu Deus, você tem 17 anos e já escreveu um livro?". Eu poderia ficar surpresa. Poderia, mas não fiquei. Não é a primeira e eu sei que não será a última vez que vou escutar esta frase típica. 

Não, eu tenho 17 anos e vou publicar um livro. Escrever, eu já escrevi vários. Nas minhas contas, foram 4 livros. Válidos, uns 3. Digo isso porque até hoje não acabei o 3º, pulei para o 4º e resolvi publicar. Além de livros, ainda escrevi umas 2 Fanfics e umas 4 web novelas. Orgulho-me disso. Porém, não é a coisa mais anormal do mundo e está muito longe de ser. Dou graças aos céus por ter nascido em uma era de tecnologia (não que eu quisesse realmente, por mim, eu teria nascido em Londres na década de 60, desculpem se sou fã dos Beatles). Mas, aos 11 anos, eu já escrevia. Escrevia muito. Passava o dia todo escrevendo. Eu me lembro bem de uma época da minha vida em que eu só escrevia. Adeus, vida social. Entretanto, eu "parei" a vida para escrever porque eu quis mesmo. Não que isso fosse uma obrigação de verdade. A gente aprende a administrar o tempo com o passar dele.
Existem várias meninas de 13 anos que escrevem muito! Ninguém dá valor porque elas não publicam. Mas escrevem. Como se escrever e publicar na internet não fosse complicado. Eu comecei pela internet, como a maioria das meninas da minha idade, e adoro isso. O problema do "livro físico" é que você tem que achar uma editora que goste do seu estilo literário e queira apostar em você. Porque eles apostam tudo no escritor quando querem, a gente é tipo o "produto" deles. Tem que vender. Em uma editora, há prazos, em blogs não. Nós escrevemos quando queremos.
Eu me orgulho muito de ter 17 anos e ter escrito um livro, não por achar isso uma coisa de outro mundo, mas por gostar de escrever desde cedo. Claro, tem que ter maturidade, muita até. Porque não é fácil escrever um romance aos 14 anos de idade. É, eu tinha 14. Você tem que saber como os casais se comportam, como as pessoas se comportam em relação ao amor e saber lidar com o amor propriamente dito. Amar é complexo. Falar de amor é mais complexo ainda, principalmente quando se tem pouquíssima ou nenhuma experiência do assunto. É o que acontece quando se é pré-adolescente.
Teve momento que eu pensei em desistir do livro, pensei em desistir da literatura, mas as pessoas apostavam e me diziam para não parar. Foram vários momentos, na verdade. Eu chorei muito na época de escrever algumas cenas. Não por elas serem emocionantes o suficiente para me fazerem chorar, mas, porque eu simplesmente não conseguia e nem fazia ideia do que escrever. Aconteceu no capítulo do beijo (tá, isso é quase um spoiler do livro, quase!), gente, sério, eu juro. Eu chorei muito porque não conseguia sair do canto. Uma semana depois, quando terminei o parágrafo, ri do meu desespero porque eu fui capaz de escrever isso e muito mais. Como, por exemplo, escrever sobre um lugar que eu nunca fui. Assisti tantos vídeos, que quando eu for a Disney, já vou saber exatamente o que fazer sem nem precisar de mapa, se brincar.
O problema em escrever cedo é ter pouca experiência de vida, é saber que escrever um livro não é fazer cópia de outro que você já leu, é tirar momentos que existem apenas na sua cabeça e passar isso para a cabeça de outra pessoa. É meio que uma telepatia por meio das palavras. Você tem que saber bem o que está descrevendo para as pessoas. É difícil mesmo. Portanto, nós, escritores mirins, não somos "nerds", superdotados ou gênios da língua portuguesa só porque escrevemos um livro. Se fosse assim, seria mérito de todo escritor, não só da gente que tem menos de 18 anos. Somos inteligentes o suficiente para colocar pensamentos, sentimentos e ideias no papel. Elogiem-nos, a gente merece. Assim como qualquer tipo de escritor existente no planeta.

Beijinhos,
Alícia Guimarães

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Lançamento (OFICIAL)

Postado por Alícia Guimarães às 16:39 0 comentários

Lançamento "O Mundo Mágico de Rachel"


Até que enfim!!!! Saiu, né?! Depois de tanto tempo de espera (tempo bom esse, sério), consegui a data para o lançamento na Livaria Leitura, do Manaíra Shopping. Se você é aqui de João Pessoa, está mais do que convidado para participar comigo, da realização de um sonho. Vai começar a partir das 16h do dia 05 de agosto, uma quarta-feira de feriado municipal (ótimo dia para lançar livros!), então, nada de desculpas para não ir. A gente sabe que não tem trabalho, nem escola, vai. HAHAHA, espero muito que vocês possam ir. Mesmo! A obra trata-se de um romance, e mesmo que você não seja do time "loucos por romance", pode ir dar uma conferida lá no livro, não precisa necessariamente compra-lo. Vamos lá, dar uma folheada na livraria. Vou ficar muito feliz em recebê-los. Pode levar namorado(a), mãe, pai, irmãos, tios e tias, amigos do colégio/faculdade, vizinho... Enfim, levem todo mundo! Ninguém merece ficar em casa em pleno feriado, quando pode estar no shopping comprando livros e depois ir assistir Cidades de Papel nas telinhas do cinema com muita pipoca e refrigerante, né? hahaha, vale lembrar que vai ter distribuição de brindes, marcadores e afins. Vamos?!

Ah, e se você não é de João Pessoa, não se preocupe. O livro estará as vendas nos sites das livrarias mais comuns do Brasil, e também poderão entrar em contato comigo através dos meus contatos e pedir um autografado ou coisa do tipo. O pessoal que mora fora, como já tinha dito para vocês, ele será muito bem enviado para o exterior pelos Correios assim que chegar o lote na minha casa. Obrigada, mais uma vez, por todo apoio e incentivo que vocês me deram mesmo que de muuuuuuito longe!! :)

Alícia Guimarães

terça-feira, 23 de junho de 2015

De onde surgiu a ideia do seu livro?

Postado por Alícia Guimarães às 01:12 0 comentários

De onde surgiu a ideia do seu livro?



Eu tinha onze anos quando publiquei minha primeira web novela em uma comunidade de uma determinada rede social. Em meio a diversas frustrações de escritora de primeira viagem, consegui montar um enredo, personagens e cenário para a minha primeira "obra literária", diga-se de passagem. A web novela se chamava "Raíssa", publicava um capítulo diferente todos os dias, e eu confesso que não faço a mínima ideia de como comecei a escrevê-la e nem qual foi a minha inspiração. Lembro-me bem que recebi inúmeras críticas positivas em detrimento a minha web, e exatamente por este motivo, fiz a "Segunda Temporada", que para ser bem sincera, não chegou aos pés da primeira. 
Depois de um ano, quando minha web novela foi esquecida, entrei para o mesmo site com outra obra, desta vez, chamada de "Passado em Reforma", que não foi tão bem recebida como a primeira, porque nesta web, criei a história de Gabriela, uma adolescente rebelde de 15 anos que não se importava com nada, e no meio da noite, Gabriela acordou e fez um "pedido" a uma estrela cadente, o de que sua família sumisse. Assim foi feito. Gabi passou a viver em um verdadeiro inferno quando descobriu que não conseguia viver feliz sem as pessoas que a amava. Depois de muito sofrer e sentir as consequências do seu pedido frustado, Gabriela acorda e descobre que tudo não passava de um sonho. Muuuuuita gente criticou a web por isso, fiz uma história inteira, que na verdade não passava de um sonho. 
Fiquei um pouco desestimulada a escrever, porém, aos 13 anos, comecei a escrever suspense e terror. E sem mentira nenhuma, me "descobri" em meio àquelas histórias esquisitas e com um enredo bem aterrorizante. A web que eu mais curti, foi: "Cassie Blake - A lenda do diário secreto", apesar da pouca idade, gostei muito e acredito que ela ainda esteja na rede em algum site de Fanfic. Vi que as pessoas gostavam de histórias assim, mas, tive que parar depois de um tempo e desisti de escrever. 
Quando eu estava prestes a fazer 14 anos, a minha escola divulgou uma viagem para Orlando como comemoração dos nossos 15 anos, eu enlouqueci, como amante de filmes da Disney, cheguei em casa implorando para que a minha mãe deixasse-me ir. Conversamos com o meu pai, obriguei (literalmente) os meus pais de tirarem o meu passaporte e... Descobri que não ia mais viajar. Não ia porque não tinha dinheiro, o dólar estava caro e nós tínhamos que desembolsar horrores. Foi duro desistir do meu sonho. 
No dia da viagem, minhas amigas começaram a postar fotos de tudo, e eu fiquei extremamente triste, porque de uma forma ou de outra, eu estaria ali. Foi por um motivo fútil, mas fiquei muito chateada. Nesta mesma época, comecei a conversar com a Isabella, e descobri que os seus pais se conhecerem na Disney! Eu tinha uma história legal e um sentimento de conhecer Orlando. Enredo perfeito! A história de amor deles foi tão linda, que finalmente, consegui arriscar escrever um romance. O meu primeiro romance de verdade. Pensei comigo: "Se não posso ir à Disney, ela vai vir até mim!", e comecei o livro. Mas, na época, eu não pensava que seria livro. Para mim, era só a forma de desabafar a minha tristeza de não ter ido, haha. 
Quase por um ano da minha vida, dediquei meus dias e noites a tal história da "Rachel", pesquisei tanto, para vocês terem uma ideia, assisti 35 vezes ao vídeo da queima de fogos do Magic Kingdom para conseguir escrever um capítulo!! Além disso, assisti vídeos do funcionamento dos brinquedos, passeios, comidas dos parques e uma lida rápida pela cidade. Quando cheguei no meio do livro, conversei com a minha mãe sobre publicá-lo. Ela concordou, e aí está ele. Prontinho para o lançamento.
Bem, não pretendo parar de escrever e sim, ainda escrevo alguns contos. Mas, estes são um pouco sigilosos. Não sei se devo e nem quero compartilhar, rs. Enfim, não vejo a hora de receber as críticas do meu livro. <3

Amor

Postado por Alícia Guimarães às 00:22 0 comentários

Amor


Até eu me impressionei quando decidi falar sobre o amor. Primeiro, porque eu nunca escrevi textos assim. Segundo, porque o amor não se explica, se sente. E por mais que não acreditemos, existem milhares de formas de amor. Amor materno, paterno, fraternal e... Aquele amor que a gente acaba descobrindo quando começa a viver.

Certa vez, ouvi dizer que quando alguém te perguntar: "Você ama tal pessoa?", e você disser não, é porque realmente não ama, agora se você ficar em dúvida... É aí que está o problema. A tal da dúvida. Na maioria das vezes, as pessoas acham que amam, mas não é amor, é paixão. As vezes nem é paixão, é só atração e de "achar" por "achar", nunca sabemos realmente o que é amar (isso ficou com muito eco, também senti!). Pra ser bem sincera, eu não sei, e ainda me sinto muito imatura para descobrir. Confesso que no fundamental, eu já "amei" alguns garotos, e sinceramente, com o tempo, a gente vai descobrindo que não é amar.

 "Chega um dia que a gente simplesmente muda. Os sentimentos acabam e o coração faz novas escolhas."

Claro que ao passar das épocas, a gente cresce e a coisa piora (ou melhora, depende da situação). E se piorar... Eu sinto muito mesmo, sei bem como se sente. Mas é com as decepções que aprendemos a medir nossos sentimentos, as nossas escolhas e conhecemos nosso coração. Pode até parecer clichê, mas como escritora de romance (não sei onde fui arrumar esse título), não posso deixar de acreditar no amor, mas também acho que vai depender de pessoa pra pessoa, de tempo pra tempo. 

Semana passada foi dia dos namorados. E o tanto de "eu te amo" que eu vi nas redes sociais me fez pensar o seguinte... Será que elas sabem mesmo o que é amar? Ou só estão escrevendo textos e postando fotos porque se sentem bem com aquela pessoa e acha que ama? São por estes e outros inúmeros motivos que a gente tem os amigos. O que seria da vida sem o amor de amigo? Eu tenho alguns amigos de verdade, e os amo. Não preciso namorar com eles, e nem sinto vergonha nenhuma de dizer um "Caraca, eu te amo.", amar é conseguir dizer isso sem ter segundas intenções. 

Coração palpitando, mãos suadas, nervosismo e as famosas "borboletas no estômago" não são sintomas do amor, disso eu tenho certeza.  Juro que quando descobrir, conto pra vocês.

Alícia Guimarães

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Crônica do Veríssimo

Postado por Alícia Guimarães às 11:24 0 comentários

 Crônica do Veríssimo



     Ás vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado. Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida dolorosa. Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar… é nossa razão de existir. Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino. Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa. Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um por do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto, é a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade. Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo. Você descobre que “algumas” pessoas nunca disseram “eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas ”transaram “… descobre também que outras disseram “eu te amo” uma única vez e agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-los a reconstruir um coração quebrado. Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes… Não deixe de acreditar no amor, mas certifique se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas ideias e planos para saber se vocês combinam, e certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra… Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá restar.

Aproveite sua família que é uma grande felicidade, quando menos esperamos iniciam-se períodos difíceis em nossas vidas. Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco, pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado. Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário, existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo. Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora, nem exagere em seu sofrimento, esperar é dar uma chance a vida para que ela coloque a pessoa certa em seu caminho. A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna. A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é, que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Crônica de quem não sabe escrever crônicas

Postado por Alícia Guimarães às 00:58 0 comentários

Crônica de quem não sabe escrever crônicas


"A crônica é uma forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano. Por este motivo, é uma leitura agradável, pois o leitor interage com os acontecimentos e por muitas vezes se identifica com as ações tomadas pelas personagens."
 
    Como amante de textos e literatura, eu sempre achei as crônicas algo incrível e fascinante. Até tentar fazer uma dia desses. Parece ser a coisa mais fácil do mundo, mas quando você começa a colocar as ideias no papel, meu caro... Desisti, no mínimo, umas cinco vezes em um só dia. Não dá. Tentei falar sobre o calor, é clichê. Pensei em escrever sobre minha ida à padaria, mas há meses que não compro nada lá, para falar a verdade, não sei nem o nome da atendente, que dirá do padeiro. Amassei os papéis, enfurecida. Tive a ideia de abordar a raiva como tema principal da minha crônica, oh, que nada, fiquei com mais ódio ainda. Sinceramente, parei para pensar se todo cronista de primeira viagem tem essas dificuldades absurdas na hora de redigir. Saquei logo de cara que era a cidade, com certeza! Como não pensei nisso antes? Ou vai me dizer que é coincidência Martha Medeiros, Moacyr Sclair e, ninguém mais, ninguém menos que Luís Fernando Veríssimo serem gaúchos e, obviamente, os melhores cronistas brasileiros na minha mera opinião?! Santa, Porto Alegre! Mas, espere... Lygia Fagundes, Ignácio de Loyola (sim, com G), Ruy Castro, fora Rubem Braga, Fernando Sabino, Carlos Drummond de Andrade e tantos outros que nem estão mais aqui, nenhum desses é gaúchos, mas todos são cronistas brasileiros renomadíssimos. Então... O problema é comigo?!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Resenha do livro: A Consultora Teen

Postado por Alícia Guimarães às 19:58 0 comentários

Resenha do livro: A Consultora Teen


Ok, podem me matar... Eu só li dois livros nas férias!! Juro que foi por falta de tempo. Querer, eu queria ter lido uns vinte! Mas, como o tempo foi curtíssimo, acabei escolhendo os da lista de "URGENTES", como fã da Pati Barboza, lógico que comprei o dela assim que pude. E por isso vim fazer a resenha dele, como prometido num dos posts do ano passado. 

Autora: Patrícia Barboza
Editora: Verus
Gênero: Ficção Juvenil
Nº de Páginas: 199
Sinopse: Thaís acabou de mudar com a família para o Rio de Janeiro e em breve vai começar as aulas em um novo colégio. Ela está ansiosa para fazer amigos e descobrir mais sobre seu vizinho Pedro, dono dos olhos verdes mais incríveis que ela já viu. Leitora assídua da revista Universo Teen, Thaís ficou tão decepcionada quando sua pergunta não foi publicada na coluna dos leitores que decidiu criar o blog Consultora Teen como um canal de comunicação com outros adolescentes. O que ela não sabia era que uma simples brincadeira de uma tarde na internet ia transformá-la na blogueira mais famosa do colégio e uma das mais populares de todo o Brasil! Com um detalhe importante: ninguém sabe que é ela quem está por trás do blog. O que poderá acontecer se esse segredo for revelado?


Como sempre, Patricia Barboza conseguiu prender minha atenção do começo ao fim do livro, ela mantêm o ritmo jovial da narrativa durante o decorrer da obra. Pois é! Comprei A Consultora Teen numa noite, acho que às 22h, e as 13h do dia seguinte já tinha terminado. A obra tem aquela mistura de romance, confusão e humor que todo mundo adora!

Thaís, apesar de ter acabado de se mudar para o Rio de Janeiro, já se mostra bem conformada com a mudança definitiva de vida. Logo no começo do livro, ela já faz amizades com as garotas do Portobello, a seu colégio novo, e já demonstra ter uma quedinha pelo vizinho Pedro, que coincidentemente estuda na mesma escola que ela. 

Como a protagonista havia enviado uma pergunta para uma revista feminina e havia se decepcionado por não obter repostas, ela resolve "brincar de psicóloga" na internet, e acabou virando uma coisa muito séria. Todo mundo enviava pergunta para a "Consultora Teen", e isso incluía perguntas sobre namoro e beijo. Mas o problema era: Thaís nunca havia tido experiência prática de nada disso! Ela respondia tudo de acordo com suas experiências teóricas pelo que lia nas revistas.

Pedro despertar vários sentimentos na Thaís, mas dá pra notar que ele não será o "centro das atenções" na obra, já que aparece de forma rápida e a autora não aprofunda muito no assunto, fazendo que a nossa atenção seja desviada para outro caminho semelhante. Por isso, posso dizer que você vai ter uma dúvida no decorrer da leitura, vou deixar uma pergunta que você só vai conseguir me responder, quando terminar de ler: "Brenda é mocinha ou vilã?".

Conversei com a Pati assim que terminei de ler, e ela me fez tal pergunta. Respondi o que achei e contei que aos 13/14 eu também tinha feito um "espaço" na internet para ajudar garotas com esse tipo de pergunta. Claro que o negócio ficou sério assim como o blog da Thaís, mas bancar a psicóloga tem lá seus lados positivos. Enfim, o importante é que acredito que também existam meninas que tenham passado por experiências tipo a minha, e vai se identificar muito com tudo isso! 

Na minha opinião, A Consultora Teen poderia ter ganho mais páginas, porque com certeza ainda dava para explorar muita coisa, apesar disso livro é muito gostoso de ler. Não posso contar mais, senão vou acabar dando spoilers gravíssimos! Hehehe, mas eu indico muito. É aquele livro para quem gosta de leitura rápida, tranquila e sem muita enrolação, já que a autora vai direto ao ponto, ainda assim, despertando uma curiosidade no final, é incrível como ela compreende o universo adolescente tão bem! Espero que assim como As MAIS, ACT tenha uma continuação.

#PatriciaFazUmaContinuaçãoDeACT

Um beijo,

Alícia Guimarães.


Ano novo, blog de novo!

Postado por Alícia Guimarães às 19:15 0 comentários

Ano novo, blog de novo!

Feliz Ano Novooooo!! Mais uma vez, vou me desculpar pela ausência no blog. Esse último mês de 2014 foi um pouco mal distribuído, digamos assim. Eu me prendi a um trabalho novo (lê-se: Moments - O show já começou), pois é, eu inventei de escrever uma trilogia de contos sobre eu e minhas amigas, olha só... Acabou que eu fiquei sem tempo para outras coisas, como por exemplo, a Fanfic que eu estava fazendo. Mas enfim, voltei para ficar e não pretendo largar UHUL!

2014 - O ano dos sonhos

Natal Luz 2014 - Gramado/RS
Começar o ano nas alturas, rumo ao Rio Grande do Sul, mais precisamente Serra Gaúcha, é um dos jeitos mais perfeitos de iniciar um ano, e como que 2014 não poderia ser incrível se eu estava realizando um dos meus maiores desejos? Assistir ao Natal Luz de pertinho, ver a dança das águas na companhia de pessoas maravilhosas, com direito a choro de felicidade e risada de nervosismo. Assim defino a realização de um grande sonho logo no primeiro dia do ano!!



Ahhhh!! E no meio do ano, eu assinei um contrato com a Giostri Editora. Pois é, depois de muito esforço, noites sem dormir, enchidas na paciência da minha mãe, correria, trabalho duro e dificuldade, consegui terminar o meu primeiro livro. Lógico que essa foi de longe, uma das minhas maiores conquistas, ou melhor: A MAIOR CONQUISTA. Me tornar escritora oficial, é tipo, sei lá... Não tenho nem palavras para descrever a alegria. No mês de março de 2015 será o dia do lançamento, daí vocês já tiram o tamanho do meu nervosismo.

Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi... Hahaha, isso aí! Terminei o ano no Rio Grande do Norte (viajei de Sul a Norte, literalmente), e não poderia ter sido melhor, ah, até que poderia... Lá não tinha internet haha, brincadeira, no segundo dia eu já estava bem acostumada. Enfim, o que eu quero dizer é que: comecei e terminei o ano perfeitamente bem! Na companhia da minha família, tem coisa melhor do que ficar pertinho de quem a gente ama?!

Comecei 2015 com muita saúde, paz e felicidade. É isso que eu quero manter durante o ano. Estou um pouco aflita porque é o meu último ano na escola, e todo mundo diz que o 3º ano é mega puxado! Mas, como eu sempre digo: "Não podemos deixar o medo levar as conquistas!", e é isso, quero terminar os estudos tranquilamente, para que no ano que vem eu esteja inciando o meu curso de Jornalismo na Federal. Março está chegando, e eu não consigo parar de pensar nele!! Então, feliz ano novo! Que Deus abençoe o nosso 2015 e que a gente consiga realizar tudo o que deseja, e até mais, se Ele quiser! :)

Beijos,

Alícia Guimarães.
 

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