terça-feira, 23 de junho de 2015

Amor

Postado por Alícia Guimarães às 00:22

Amor


Até eu me impressionei quando decidi falar sobre o amor. Primeiro, porque eu nunca escrevi textos assim. Segundo, porque o amor não se explica, se sente. E por mais que não acreditemos, existem milhares de formas de amor. Amor materno, paterno, fraternal e... Aquele amor que a gente acaba descobrindo quando começa a viver.

Certa vez, ouvi dizer que quando alguém te perguntar: "Você ama tal pessoa?", e você disser não, é porque realmente não ama, agora se você ficar em dúvida... É aí que está o problema. A tal da dúvida. Na maioria das vezes, as pessoas acham que amam, mas não é amor, é paixão. As vezes nem é paixão, é só atração e de "achar" por "achar", nunca sabemos realmente o que é amar (isso ficou com muito eco, também senti!). Pra ser bem sincera, eu não sei, e ainda me sinto muito imatura para descobrir. Confesso que no fundamental, eu já "amei" alguns garotos, e sinceramente, com o tempo, a gente vai descobrindo que não é amar.

 "Chega um dia que a gente simplesmente muda. Os sentimentos acabam e o coração faz novas escolhas."

Claro que ao passar das épocas, a gente cresce e a coisa piora (ou melhora, depende da situação). E se piorar... Eu sinto muito mesmo, sei bem como se sente. Mas é com as decepções que aprendemos a medir nossos sentimentos, as nossas escolhas e conhecemos nosso coração. Pode até parecer clichê, mas como escritora de romance (não sei onde fui arrumar esse título), não posso deixar de acreditar no amor, mas também acho que vai depender de pessoa pra pessoa, de tempo pra tempo. 

Semana passada foi dia dos namorados. E o tanto de "eu te amo" que eu vi nas redes sociais me fez pensar o seguinte... Será que elas sabem mesmo o que é amar? Ou só estão escrevendo textos e postando fotos porque se sentem bem com aquela pessoa e acha que ama? São por estes e outros inúmeros motivos que a gente tem os amigos. O que seria da vida sem o amor de amigo? Eu tenho alguns amigos de verdade, e os amo. Não preciso namorar com eles, e nem sinto vergonha nenhuma de dizer um "Caraca, eu te amo.", amar é conseguir dizer isso sem ter segundas intenções. 

Coração palpitando, mãos suadas, nervosismo e as famosas "borboletas no estômago" não são sintomas do amor, disso eu tenho certeza.  Juro que quando descobrir, conto pra vocês.

Alícia Guimarães

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